sexta-feira, 7 de outubro de 2011

"As empresas querem saber o que você pensa sobre elas"

Por Taís Alencar e André Nascimento

A webjornalista e assessora de comunicação Luana Santana discutiu o papel das mídias digitais corporativas na programação da IV Semana de Comunicação da Faculdade Ceut. Em sua oficina, Luana promoveu discussões sobre temas ligados às redes sociais que tiveram grande repercussão na sociedade.

Aluna do 8º período de Jornalismo, Luana já trabalhou como assessora do Teresina Shopping e da empresa de produtos de informática. Durante a oficina, ela apresentou dados sobre as redes com o auxílio da exibição de vídeos. Uma das dicas dadas ao participantes foi o estudo profundo das estratégias das mídias corporativas.

O Facebook e Twitter - redes que mais crescem no momento - foram amplamente discutidas na oficina. O primeiro foi abordado sob uma ótica comercial e o microblog sob seu aspecto comunicativo. Também foi discutido o papel de redes não tão conhecidas pelo público como LinkedIn, Foursquare, Ning, entre outras. Redes já consolidadas, como Youtube e Orkut não ficaram de fora do debate.

As mídias sociais crescem e ganham força a cada dia e o mercado tem que estar atento a essas novidades. “As empresas de hoje querem estar dentro da internet, querem ter sua marca divulgada em todos os meios de comunicação. Querem ter uma interação maior com cada usuário. Chegar até você e saber o que você espera de fato da empresa”, explicou Luana.

Ainda segundo a assessora, o conhecimento sobre tais mídias é algo que será cada vez mais cobrado aos profissionais de comunicação. Atualmente, Teresina é a quinta capital brasileira que mais realizou buscas por “Facebook” no Google. E os internautas teresinenses já provaram sua força no Twitter por meio das hashtags #contraoaumento e #assinaelmano.

Mas Luana chama a atenção para o fato de que a rede não é uma só e que as empresas devem buscar seu público alvo e se esforçar para conquistá-lo. Para isso é preciso estar sempre atualizado. “As gerações passam muito rápido na internet. E essas redes vão acompanhar quem está nascendo. Talvez daqui a cinco ou seis anos a gente seja considerado velho por usar o Facebook”, argumenta.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Blogs e livros se destacam no 2o. dia da IV Semana ComCeut

Por Taís Alencar


No segundo dia de programação a quarta edição da Semana de Comunicação do Ceut ofereceu minicursos, grupos de discussão e palestras para os participantes. O evento é uma realização do Centro de Ensino Unificado de Teresina, que este ano traz o tema "Manifestação e Expressão em Tempo Digital".

A partir das 9h os estudantes inscritos para participar da programação conferiram os minicursos "Assessoria de Imprensa: Crise de Imagem", com o jornalista Ubiracy Sabóia e "Marketing Digital nas Redes Sociais", com o publicitário Alexandre Mazzo. Na parte da tarde os minicursos seguiram com "Introdução ao Audiovisual", ministrado pelo pelo presidente da ABD - PI, Cleiton Marinho e "Captação e Edição de Imagens", com o cinegrafista Bernardo Silva.

Durante o workshop de fotografia, Matheus Emérito, explanou sobre a ascensão da fotografia por meio das mídias sociais. “O meio digital aprimora a atividade fotográfica, gerando uma grande movimentação virtual”, argumentou.

Para Bernardo Silva, os alunos presentes no minicurso mostraram interesse na arte da cinegrafia. Além disso, o ministrante permitiu que os alunos pudessem manusear câmeras e aprendessem técnicas como enquadramento de vídeo. As práticas foram realizadas dentro das dependências do Ceut.

Os participantes da IV Semana ComCeut também conferiram o lançamento do livro do publicitário Breno Brito e a palestra com o publicitário cearense Kenzo Kimura. Este é criador do blog Rafiado, que está no ar há três anos. O conteúdo do blog é voltado somente para o universo da publicidade.

Com relação ao trabalho com o blog, Kenzo comenta que “nada é fácil, porque o Rafiado é o único blog de propaganda do Ceará. Como não há grupo de criação nem sindicato, esse blog tem que fazer o papel de tudo isso”. Apesar das dificuldades, Kenzo tem alcançado bons resultados com o blog e que tem cerca de 10 mil acessos por mês.

Sobre a importância da web 2.0, o publicitário explica que a internet é o meio de comunicação mais eficiente. “É uma mídia barata, eficaz e abrangente. Nos dias de hoje, se trancar num mundinho só seu não condiz com a lógica do mercado de publicidade” pontua Kenzo.

Entre os grupos de discussão apresentados no segundo dia: Cinema Digital com Monteiro Jr; Compras Coletivas: O Segredo com Os Mosqueteiros; Fake Fotográfico com Matheus Emérit; Política nas Redes Sociais com Firmino Filho, Paula Danielle e Cláudio Barros; Das Redes às Ruas com ENECOS UFPI; DataFolha: Pesquisa de Opinião e Mercado com Alexandre Mazzo; HQ: A Vida em Quadrinhos com Clube de HQ de Teresina; Mercado de Trabalho em Rádio com Jessé Barbosa e TV Popular com Tony Black.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ceut discute a comunicação digital na Semana de Comunicação


A jornalista Lígia Girão: o internauta não é mais um receptor passivo de informações


Com o tema “Manifestação e Expressão em Tempo Digital”, a Faculdade Ceut, através da coordenação dos cursos de jornalismo e publicidade, realizou na noite da segunda 3 a abertura da quarta edição da sua Semana de Comunicação. Até o dia 7 de outubro, a faculdade disponibiliza espaços de aprendizado e de informação para os estudantes de comunicação social da capital e do interior.

Nesta edição, a Semana de Comunicação irá abordar o uso da tecnologia para manifestações, expressões e consumo de conteúdo. Segundo a coordenadora do curso de jornalismo, Maria Helena, o evento não é voltado somente para os cursos de comunicação social, mas também para todos os outros cursos. “É um tema que abrange várias turmas tanto de direito como de fisioterapia e outros”.

A jornalista e bailarina, Débora Radassi, apresentou uma performance de dança contemporânea na abertura.Utilizando o vídeo como suporte, a coreografia utiliza uma tecnologias de informação para expressar o trabalho da artista. De acordo com a intéprete e criadora da obra o corpo pode se expressar em qualquer momento, principalmente durante a Semana de Comunicação. “Não é comum você sair de casa e ver uma dança neste contexto. O corpo não seria somente uma ferramenta das novas tecnologias e sim da expressão da comunicação”, declarou a bailarina e jornalista.

O evento também contou com a participação da jornalista e assessora de imprensa do Senado, Lígia Girão, que afirmou que o papel do jornalismo está mudando. “A presença dos internautas como críticos da informação está cada vez mais forte. Nenhum meio de comunicação divulga o que quer sem a participação do internauta”, disse Lígia.



Já para o publicitário Eden Wiedemann, a mídia social é uma ferramenta antiga para a publicidade. O publicitário vai além, afirma ser um cínico, nerd e ácido, por ser altamente ligado à internet. “Ficar sem internet é o mesmo que ficar sem um braço”, exagerou Eden.

Entusiasmada, a estudante de jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) Ruth Carioca, afirma que tem grandes expectativas em relação ao evento. “Estou aqui pela primeira vez e espero aprender e trocar experiências com outros profissionais”.

Junto com Ruth, muitos outros alunos da UFPI e UESPI compareceram ao evento. “Estamos esperando um evento bastante rico. Como sou caloura, vim para conhecer mais áreas do jornalismo e da comunicação”, comentou a estudante Indira Macêdo.

A expectativa é maior ainda entre os alunos do próprio Ceut, que assistiram e contribuíram para o crescimento do evento. Mayara Soares, aluna de publicidade, foi uma das que trabalhou na organização da Semana de Comunicação. “Esperamos que seja um evento que marque a vida acadêmica tanto dos participantes como da gente que organiza”, afirma.

Nesta terça (4), a partir das 9h, os estudantes terão a oportunidade de assistir aos minicursos Assessoria de Imprensa e Marketing Digital nas Redes Sociais. E a partir das 14h, os minicursos Corel Draw Básico, Introdução ao Áudio Visual e Captação e Edição de Imagens.

A programação conta ainda com as oficinas de criação publicitária, texto publicitário, direção de arte, trilhas sonoras, mídias digitais corporativas, marketing esportivo nas redes sociais, produção e reportagem de TV, expressões de dança contemporânea, aplicação da arte na publicidade e produção de fanzine.

A quarta edição da Semana de Comunicação também disponibiliza os seguintes grupos de discussão: cinema digital, compras Coletivas, fake fotográfico, política nas redes sociais, das redes às ruas, Data Folha, HQ - a vida em quadrinhos, mercado de trabalho em rádio, TV popular e Twisters.

Entre palestras, grupos de discussão e minicursos, a IV Semana de Comunicação do Ceut promete ser um “evento de peso”, de acordo com o professor Wellington Lage. “Os palestrantes são nomes que têm uma bagagem muito grande. É importante que os alunos aproveitem a oportunidade, façam muitas perguntas. Afinal, como se pode ter cursos de comunicação e não se comunicar?”, finalizou.

Com: Valdisa Torres, Andrê Nascimento, Marcos Oliveira, Leomara Nascimento, Inayara Soares e Raquel Macedo;

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Os teresinenses finalmente aprenderam a receita da luta

Por Leomara Silva
6o período de Jornalismo

Primeira cidade organizada do Brasil, Teresina, capital do Piauí é a segunda cidade com melhor qualidade de vida do nordeste, apontam pesquisas. Com o aumento populacional a nossa tão pacata cidade vem apresentando significativas transformações e isso é perceptível não somente em mudanças estruturais, mas também de pessoas com idéias e ideais - quem diria que movimentos estudantis iriam tomar grandes proporções como aconteceu por aqui recentemente

Ônibus queimados, trânsito interditado nas principais vias, policiais nas ruas tentando organizar o movimento e estudantes lutando por melhores condições nos transportes públicos. Esse foi o saldo de toda a revolução que houve em Teresina, algo que até então víamos apenas nas grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. E para completar toda revolução que vem acontecendo, no feriado de 7 de setembro uma professora da Universidade Federal do Piauí (UFPI) tirou a roupa em pleno desfile cívico. O ato, disse ela à imprensa, seria um protesto contra a corrupção.

O que mais falta acontecer por aqui? Espera-se (em vão?) que depois da tempestade venha a bonança. Leis mais justas, estudantes nas suas devidas instituições, pois lá é o lugar em que deveriam estar e os órgãos públicos trabalhando de forma clara e objetiva. Esperamos que ambas as partes - governantes e governados, empresas e consumidores, justiça e cidadãos, etc - possam estar de acordo.

“Quem sabe talvez um dia” poderemos ver as coisas como devem ser, mas até lá fomentadores movimentos estão dispostos a lutar pelos seus objetivos e mostrar os embates nas grandes redes sociais. O Brasil e o mundo viram como nossa tão tranqüila cidade não é mais tão criança como pensavam... Podemos até definir - lá como um adolescente capital que agora é praça de luta pelas liberdades.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Grandes Escritores. Eternos Aprendizes


Por Taís Alencar
6o. ano de Jornalismo


“Só a arte verdadeira pode mudar as pessoas”, declarou a escritora Roseana Murray, durante a realização da terceira edição do maior Salão do Livro de Parnaíba – Salipa. De acordo com algumas pesquisas divulgadas, o brasileiro ler dois livros por ano. Mas como isso pode ocorrer em um país com tantos escritores renomados, como Machado de Assis e Érico Veríssimo?



Quem escreve bem é porque ler muito. É um princípio que todos os leitores e escritores têm sobre o assunto. E o jornalista? Tem obrigação de ler muito e escrever bem. Pois, são ordens do ofício.



Escrever é uma arte assim como qualquer outra. É comparada a uma pintura ou uma escultura. Diferentemente das outras artes, a escrita não o obriga a ser especialista no assunto. Porque escrever é simples e livre. No entanto, é necessário obedecer algumas regras gramaticais, para que o leitor compreenda seu texto.



Se escrever bem, depende diretamente do ato de ler. Então ler é uma obrigação. Sobre tal condição, lembrei-me de uma afirmação de um professor: “O livro é o maior amigo do mundo. E ler no leva a viajar por outros mundos, por outras culturas”.



Já o escritor Machado de Assis, que foi um autodidata, defendeu: “Um país se faz com homens e livros”. Então, por que o Brasil ainda é um país de poucos leitores? É falta de livros? Ou por que os brasileiros são preguiçosos?



Na verdade, tanto a política do nosso país como a própria população são culpados por este índice. Por um lado, os políticos criam escolas, mas por outro não criam ações para estimular as crianças e os jovens ao hábito da leitura, através de bibliotecas bem estruturadas e professores qualificados. Por outro, a população tão à mercê de falsas promessas e conformada com a situação do nosso país, pouco reclama ou reivindica por uma educação de primeiro mundo. Além disso, muitos brasileiros, por terem que trabalhar o dia todo, para ajudar no sustento da família, tem pouco tempo para estudar ou até mesmo de ler um livro.



É preciso que o Governo invista em uma educação de qualidade. E também, é necessário que os pais contribuíam para o ensino dos seus filhos. E que as crianças e os jovens, acreditem em um mundo melhor, através do conhecimento e do saber.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Um celeiro digital de grandes idéias


Desde a primeira vez que o homem estabeleceu contato com outro de sua espécie, ele vem se aperfeiçoando na arte de se comunicar e de estreitar laços . Ao longo dos anos a idéia de trazer a realidade das ruas para o mundo virtual gerou a ascensão das redes sociais, que , em comparação, assim como cidades, possuem seus bairros (comunidades) e casas (perfis).


Para o designer pernambucano Fernando Fernandes, as redes sociais são indispensáveis não só como forma de contato com amigos, mas como uma maneira mas eficaz de contactar seus clientes e de obter novas referências para seu trabalho criativo.

No Piauí percebe-se que pouco está sendo investido em redes sociais, mas há excessões: o site Os Mosqueteiros que promove a compra coletiva e virtual, um nicho de mercado totalmente ainda inexplorado na cidade. Segundo Hildwone Lima, um dos sócios do site, o público de Teresina está começando a se adaptar com a evolução dessa área e aprendendo a utilizar das facilidades que ela oferece, como rapidez e comodidade.

A exemplo do Orkut – rede social mais utilizada no Brasil - várias redes sociais foram criadas fazendo assim a internet um meio super comercial e uma boa vitrine pra quem buscava visibilidade para sua empresa. Apostando nisso, o meio publicitário começou a fazer uso das redes também para obter seus objetivos. Veja o exemplo de Ian Black e Mauro Silva. Eles são os criadores do "Projeto Mil Casmurros "que tinha o objetivo de divulgar a minissérie "Capitu", exibida há alguns anos pela TV Globo.

Cientes que o público jovem estava afastado da tv e vidrado no computador com o boom das redes sociais, eles desenvolveram a primeira rede social de leitura coletiva, - o "Projeto Mil Casmurros, - que dividiu a obra de Machado de Assis em mil partes e fazendo assim com que seu objetivo fosse alcançado, pois a minissérie foi assistida por cerca de 33 milhões de expectadores e o projeto foi premiado com o Leão de Ouro em Cannes, o maior prêmio para a publicidade no mundo.

E são exemplos como esses que devem povoar a cabeça dos jovens que fazem uso das redes sociais. Elas sim, podem se tornar um meio de vida assim como se tornou para os jovens publicitários Black e Silva que provaram que uma idéia na cabeça, criatividade e uma rede social podem mudar vidas.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Deus está na religião ou a religião está em Deus?


Por Ranielly Cristine / 6º período de Jornalismo


Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem antes de decidir no que acreditar. Uma resposta seria que nem Deus está nas religiões e nem uma religião está em A palavra religião designa qualquer conjunto de crenças e valores de uma ou mais pessoas que inspira certas normas e motiva a prática de crença.

Para muitos, Deus está em todos os lugares. Em religião não cabe discutir conceitos, pois existem varias verdades que levam com as quais o homem pode se identificar. Religião é uma palavra muito associada a paixões, movimentos de todo o gênero e ideologias. Distingui-la seria quase que impossível. Mas onde fica Deus nesse ponto?

Basta dizer que Deus é vida e amor. Religião nenhuma pode-se dizer verdadeira. Todas possuem doutrinas que regem princípios a serem cumpridos. Ser evangélico é diferente de ser católico, de ser muçulmano, espírita, seguir a Alá ou a Jeová ...

O que as pessoas procuram na religião é tão somente algo para crer e que vá de encontro às suas vidas. Talvez estar dentro de uma Igreja signifique para elas estar em conjunto e mostrar que nada pode se fazer sozinho.

Acima de tudo, é necessário procurar um ideal que está em Deus e não nos homens. Muitos esconderam seus feitos ruins atrás de uma igreja ou da religiosidade. Se Deus é o caminho então o homem é o desvio dele. O certo é buscar a Deus e não a dogmas ou qualquer “verdade”.